BLOG DE FABRÍCIA CARLA  
 
   



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A Palavra de Deus diz o seguinte: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo.3.16).

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém VEM ao Pai, senão por mim" (Jo. 14.6)

Portanto, NÃO SÃO TODOS OS CAMINHOS que levam à Deus, pois só existe UM CAMINHO: JESUS.

Entregue sua vida a Jesus, confia Nele que Ele tudo fará, pois Ele tem poder. Você crê?



Escrito por BRÍCIA às 19h12
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Recordação de trabalho em equipe na UFBA em 2006:

Estes foram momentos muito legais. Momentos de aprendizagem e interação com colegas brasileiros e estrangeiros.

Estávamos editando os vídeos que produzimos para uma apresentação de Educação e Tecnologias Contemporâneas.



Escrito por BRÍCIA às 00h47
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Sou muito feliz , pois sirvo

a um Deus maravilhoso!!!

"Porque Deus amou o mundo de tal

maneira que Deus seu único filho

para que todo aquele que nele crer, não pereça,

 mas tenha a vida eterna" João 3. 16



Escrito por BRÍCIA às 00h21
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P.1

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA/ FACED

EDC 287- EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS

PROFESSORA: MARIA HELENA BONILLA

EDUCANDA: FABRÍCIA CARLA DE A. SILVA.

Artigo:

"Babá eletrônica" e educação formal: que relação é esta?

Por Fabrícia Carla de A . Silva, Salvador BA em 06/07/2006                                                               fabriciacarla2006@yahoo.com.br

Resumo:

Ela é mania nacional; tem 56 anos no Brasil; disponível 24 horas por dia; usa sons, imagens e muita ação; é influente; emociona; distrai; é uma excelente contadora de histórias; prende a atenção; tem seu espaço na maioria dos lares no mundo e já despertou o amor e o ódio de muitos. Estou falando da televisão: um aparelho revolucionário, o qual foi apelidado de "babá eletrônica" [1]. Baseando-me em tal fato, procuro analisar a relação deste meio de comunicação com a educação formal [2].

Palavras-chaves: Babá-eletrônica, educação formal e relação.



Escrito por BRÍCIA às 17h19
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P.2


Pensar em uma babá, significa pensar em alguém de confiança que vai suprir a falta dos pais de uma criança ou adolescente. Este alguém vai acompanha-los de perto a maior parte do dia. Este não é um acompanhamento neutro, pois existe a transmissão de valores, ideologias e até hábitos. E esta não é uma relação qualquer, pois nela existe ensino - aprendizagem. Então seria a babá uma educadora? E por que os pais têm a necessidade de contratar esta profissional?


No presente mundo caracterizado pelo consumo, lucro, velocidade e Globalização, muitos pais não tem tempo para acompanhar seus filhos de perto, por isso contratam babás. E existem aqueles que atribuem esta função à um aparelho: a TV.


Nos Estados Unidos inventaram a televisão para bebês ( BabyFirstTV) que estreou em maio deste ano (2006), inspirada no canal babyTV criada em Israel e presente na Europa e na Ásia. Provavelmente chegará ao Brasil em 2007.


O BabyFirstTV para alguns serve como babá. O serviço está disponível 24 horas por dia, direcionado a telespectadores de 0 a 3 anos. O canal oferece canções de ninar, histórias protagonizadas por brinquedos, uma seção de coisas para comer, um abecedário animado, canções, geometria, um espaço que pode ser colorido com as mãos e outro para exercícios de ginástica. Os interessados afirmam que esta é uma TV educativa. Contudo, Giulio Sanmartini[3] (2006) questiona : " Mas a televisão educativa é uma coisa que realmente não faz mal, ou o que é dito sobre essa baby TV nada mais é que uma desculpa para por os filhos em frente à tela sem sensação de culpa?". Não podemos negar que esta iniciativa é inovadora e já deve ter chamado a atenção de muitos pais; porém, esta é uma questão importante para reflexão de hábitos cotidianos, que muitas vezes e até inconscientemente, acaba tentando substituir a relação pai e filho, pela relação "babá - eletrônica" e filho.



Escrito por BRÍCIA às 17h12
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P.3


A influência e o poder deste meio de comunicação (a TV) é inegável. Pesquisas mostram que assistir televisão é a atividade mais marcante da rotina das crianças de todos os contextos sociais. Diante disto, como a escola se posiciona?


Muitos programas televisivos visam a audiência e não necessariamente a qualidade (esta encontra-se escassa). Violência, imoralidade, sexo explícito, rebeldia e preconceitos são temas muito enfatizados. Diante disto, a escola encontra-se ainda mais desconfiada e ignorando as potencialidades deste aparelho no meio educacional e na sociedade como um todo. "Culpar a TV é localizar erroneamente o verdadeiro inimigo. O televisor, obviamente, é apenas um aparelho que transmite mensagens produzidas por homens que trabalham no outro extremo, na estação de TV. Homens com idéias, intenções, ideologias a divulgar" (MARCONDES FILHO [4], 1988, p.8).


Segundo Cássia Borsero[5] (2003), a escola e a televisão ocupam praticamente um terço do dia de milhões de brasileiros. Jovens entre 4 e 17 anos, assistem, em média, 3 horas e meia de TV diariamente e passam cerca de 4 a 5 horas diárias na sala de aula. Apesar da influência e importância de ambas, escola e televisão ainda atuam ignorando-se mutuamente. Resultante deste fato, a utilização da TV na escola está muito restrita (quando acontece) e/ ou equivocada: reprodução de raros vídeos didáticos; vídeos descontextualizados; passatempo ou "tapa-buraco" perante algum imprevisto. Isto reflete a dificuldade e despreparo dos educadores ao lidarem com esta questão.


À escola está atribuído o papel de educar. Mas será que só ela educa? E a TV? "Tudo o que passa na televisão é educativo. Basta o professor fazer a intervenção certa e propiciar momentos de debate e reflexão" ( MORAN[6] apud GENTILE,2006). Eugênio Bucci[7] (2002) vai mais além: "O que deseduca[8] é educativo (referindo-se a TV). Logo, percebemos que não é só a escola que educa, pois o verbo educar não confunde-se com uma formação moral. A educação ocorre nas pequenas e grandes relações, pois a origem etimológica da palavra educar, nos indica que é tudo aquilo que conduz ao mundo. Mas cabe-nos perguntar: que tipo de educação a TV propaga/transmite?


Em resposta a questão anterior, existem visões opostas: aqueles que afirmam que a TV aliena e emburrece, educando apenas para a passividade e consumismo; para outros, ela é capaz de desenvolver a imaginação dos jovens e serve como uma ótima ferramenta pedagógica. E existe um terceiro posicionamento: a defesa de que este meio de comunicação pode ser um fundamento pedagógico. Um dos defensores desta terceira visão, é o Diretor da Faculdade de Educação da UFBA : Nelson de Lucca Pretto. "Utilizar os audiovisuais como fundamento significaria repensar o modelo e funções básicas da educação"(BRAGA,1999), aproveitando as suas características fundamentais para a transformação. Logo, estas tecnologias não seriam simples "animadores da velha educação" (PRETTO apud BRAGA,1999) ou simples instrumentos, como o quadro e o giz.


Sabemos que a TV não é perfeita, mas pode servir para/ na educação formal e não formal, pois desperta a curiosidade, prende a atenção, parte do concreto, mexe com a mente e o corpo do telespectador, educa mesmo sem fazer tal afirmação, procura inovar, entre outros fatores. Contudo, "imitar a TV, como tentam certos professores de cursos de vestibulares, não é evidentemente, a melhor forma de recuperar o interesse e a atenção do aluno. Primeiro porque jamais conseguirão se igualar ao brilho e ao fascínio da TV, reduzindo-se a cópias de segunda classe das personagens populares de TV, confirmando mais ainda a crise e falência da escola. Mais indicado, ao contrário, é pesquisar que mecanismos a TV aciona para incentivar o aluno, e tentar instituí-los nas atividades de sala-de-aula." (MARCONDES FILHO, 1998, p.106).


A televisão será uma "babá- eletrônica", a depender da visão e posicionamento com relação a mesma. Não podemos ser radicais, ao pensar que ela não tem utilidade e é a causadora de todos os males e nem por outro lado, considerá-la como um membro da família ( atribuindo a tarefa de instruir e cuidar das crianças), pois não é. Dialogar sobre estas questões com a comunidade é um importante passo, para a escola perceber a cultura dos seus educandos e a partir daí construir junto com eles conhecimento e aprendizagem significativa.


É notório a necessidade de qualificar o professor para a utilização das novas tecnologias, sobretudo, para os recursos audiovisuais. Neste sentido, alguns dispositivos foram criados, como por exemplo, o programa TV Escola. Contudo, este programa ainda não está dando conta da deficiência existente na formação docente. Existem educadores que não sabem que a Instituição onde trabalham possue este programa e nem a sua real finalidade.


Portanto, a relação entre a televisão e a educação formal é polêmica, repleta de questionamentos e ainda não ocorre com naturalidade (talvez porque a TV foi incorporada a educação formal, recentemente). Mas o Pedagogo, socializador dos saberes, "mediador" (segundo o Construtivismo), "animador da inteligência coletiva" (Levy[9],1999) e mobilizador, não pode fechar os olhos para esta relação desafiadora. Debater, analisar criticamente e estar atento a educação (que pode formar e deformar) propagada pela mídia televisiva, são pontos fundamentais que o educador deve considerar na educação formal ao procurar um diálogo possível; lembrando-se que ele e seus alunos são telespectadores.


Ter Televisão nas escolas não é suficiente para suprir a exclusão e atingir o principal objetivo do Pedagogo: garantir a eficiência e qualidade do ensino; porém, é importante que educador utilize este meio de comunicação como um aliado no processo de ensino-aprendizagem. Para isto é indispensável a união dos seguintes elementos: boa formação, disposição, criatividade e compreensão do significado e objetivos da sua atuação enquanto profissional e cidadão.



Escrito por BRÍCIA às 17h02
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P.4

»» Notas de rodapé:

[1] – "Babá-eletrônica" :

A palavra babá é polissêmica, ou seja, possui vários sentidos, porém, utilizaremos aquele referente a pessoa incumbida de cuidar de crianças, geralmente, nos momentos em que os pais encontram-se ocupados.

A palavra eletrônica refere-se ao elemento composto pôr circuitos elétricos, os quais possuem válvulas, semicondutores, transdutores, etc.

[2] – Educação formal :referente a educação presente na escola.

[3] – Giulio Sanmartine : Giulio Sanmartini é jornalista e mora em Belluno, na Itália, de onde escreve para o Observatório da Imprensa (www.observatoriodaimprensa.com.br).

[4] – Marcondes Filho :Doutor em Comunicação pela Universidade de Frank Furt. Professor Titular da Escola de Comunicações e Artes da USP.

[5] – Cássia Borsero : é jornalista e editora do site do MIDIATIVA

[6] – MORAN : Professor das Faculdades Sumaré, em São Paulo, e pesquisador na área de tecnologias aplicadas a educação.

[7] – Eugênio Bucci: é professor de ética Jornalística na Faculdade Casper Líbero.

[8] – deseduca: Segundo Eugênio Bucci, deseducar é tudo aquilo que prega preconceitos, vaidade vã, o individualismo exacerbado, a desprezo pela dor alheia, a ambição,...

[9]- Levy - O filósofo e escritor francês, professor da Universidade de Ottawa no Canadá

»» Referências:

MARCONDES FILHO, Ciro, 1948- Televisão : a vida pelo vídeo. São Paulo: Moderna, 1988.p.8 1 p.106

GENTILE, Paola. Liguem a TV: vamos estudar!. In: Revista Nova Escola- Janeiro/ Fevereiro de 2006. Páginas : 44 à 49

BORSERO, Cássia. Televisão e escola: um diálogo possível. In: http://www.midiativa.org.br/index.php/midiativa/content/view/full/223

BUCCI, Eugênio. A deseducação educativa. In: http://www.novaescola.abril.com.br/ed/158.dez02/html/de_olho.htm

SANMARTINI, Giulio. Babá eletrônica para o consumidor precoce. In: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=386TVQ003

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: ed.34, 1999. P. 171

SALVADOR, Prefeitura Municipal de. Ação pedagógica: práticas socioconstrutivistas. In: Maleta Pedagógica- Educação, dever de todos. Salvador: SMEC: 2002. P.16

BRAGA , CLARISSA BITTENCOURT DE PINHO E. Internet e Educação: O caso do Projeto Internet nas escolas no Colégio Alexandre Leal Costa. P. 49

»» Leitura de apoio:

PACHECO, Elza Dias (org.). Televisão, criança, imaginário e educação: Dilemas e diálogos. Campinas, SP: Papirus, 1998.p.71

MORAN, José Manuel. Desafios da televisão e do vídeo à escola. In: http://www.redebrasil.tv.br/salto/boletins2002/tedh/tedhtxt2b.htm



Escrito por BRÍCIA às 16h59
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Curiosidades:

O mosquito que zumbi na nossa orelha, durante a noite, é pernilongo macho. Mas quem pica mesmo e suga o sangue da gente é a "pernilonga", ou melhor, a fêmea do pernilongo. Casalsinho chato, não?

Se você vive esquecendo os nomes dos planetas, grave a seguinte frase: Meu velho tio mandou Júnior saborear umas nove pizzas. A primeira letra de cada palavra é a mesma de cada planeta. Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Não fica mais fácil?



Escrito por BRÍCIA às 16h58
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LINKS DE ALGUMAS POLÍTICAS PÚBLICAS

      

      



Escrito por BRÍCIA às 15h54
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AULA DO DIA 03/7/2006

Nets aula fomos convidadas a:

_ Explorar o tópico referente a Políticas públicas;

_ comentar nos blogs dos colegas, para exercitar a Interatividade que discutimos;

_ Reunir em equipes para socializar os assuntos abordados nos artigos;

_ Mostrar para a professora os artigos elaborados.

** Gostei da aula, principalmente do momento em que a professora observou os artigos de cada educando e mostrou onde precisaríamos melhorar e/ ou aprofundar o assunto abordado. Foi um momento importante, pois nos deu a chance de crescer mais, na nossa tragetória acadêmica.



Escrito por BRÍCIA às 15h45
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O que você pensa sobre a charge acima?



Escrito por BRÍCIA às 13h05
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UM POUCO DA HISTÓRIA DA TV

Uma das grandes invenções do século XX foi a televisão. Muitos estudiosos já vinham fazendo experiências com a transmissão de imagens. Porém, foi em 1875 que o americano G. R. Carey construiu o primeiro aparelho para transmissão de imagens por ondas eletromagnéticas. E somente em 1929 é que se realizou a primeira transmissão experimental de televisão em Londres.

Aos poucos, a tevê foi tomando um grande espaço na vida das pessoas e hoje faz parte do cotidiano da maior parte da população; influenciando comportamentos, divertindo, informando...

No Brasil, a tevê foi lançada em 18 de setembro de 1950, pela extinta tevê Tupi de São Paulo, nossa primeira emissora.



Escrito por BRÍCIA às 13h19
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UM POUCO DA HISTÓRIA DO RÁDIO

Muitos pesquisadores contribuíram para a invenção do rádio, mas foi só em 1896 que Guglielmo Marconi conseguiu emitir sinais de captá-los a centenas de metros, dando sentido ao que conhecemos hoje como rádio.

Partindo da descoberta das ondas eletromagnéticas por Hertz, em 1827, e da invenção da antena para recebê-las, por Aleksandr Popov, em 1895, Marconi uniu a descoberta a invenção.

No início do século XX, o americano Lee de Forest contribuiu para o aperfeiçoamento da novidade, inventando o emissor de ondas, regulares e contínuas, e a válvula. Dali para frente, a proliferação de emissoras aumentou muito e foi necessária a regulamentação de faixa e horário.

Com a invenção do transmissor, em 1947, o número de aparelhos aumentou assustadoramente.

A primeira emissora radiofônica do Brasil foi fundada no dia 7 de setembro de 1922. Mas a primeira estação de rádio só entrou no ar em abril de 1923: era a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada por Henrique Morize e Edgard Roquete Pinto.



Escrito por BRÍCIA às 13h18
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Seminários : Rádio e Educação e TV, VÍDEO e Educação

26/06/2006

Nesta aula, participamos de duas discussões : Rádio e educação e TV, vídeo e educação.

Estas apresentações foram interessantes, empolgantes.

TV, vídeo e o rádio podem ser muito úteis na educação formal (lembrando-se que estes são meios educativos); porém, existem educadores temerosos diante disto, devido a tamanha violência e imoralidade transmitida. Contudo, não devemos condenar estes aparelhos, mas precisamos observar que existem homens que estão por trás destes discursos transmitidos, os quais visam os seus interesses e ideologias. Partindo desta visão, perceberemos que podemos ajudar os educandos a analisar criticamente o que assistem e ouvem. Além disto, é importante aproveitarmos as potencialidades dos meios de comunicação e demais tecnologias na educação. Só precisamos de criatividade e disposição.

»» Para quem quer ler mais sobre o assunto, pode clicar nos seguintes links :

 



Escrito por BRÍCIA às 00h25
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Seminários : Internet e Educação e Impressos e Educação

 20/06/2006

Hoje tivemos duas apresentações: Internet e Educação e Impresssos e Educação. Estes dois temas são muito interessantes e nos motivam a discutir, refletir e até analisar alguns preconceitos que existem na prática pedagógica, ao se pensar na relação destas tecnologias (Internet e impressos) com a educação.

    No seminário sobre Internet e Educação, houve uma discussão baseada em alguns questionamentos/ tópicos, como por exemplo:

  1. É possível pensar a escola sem computador?
  2. Como lidar com trabalhos copiados da rede?
  3. A Internet revoluciona o ensino ou é uma ferramenta de marketing?
  4. Quando a escrita utilizada na Internet chega a sala de aula: como lidar com isto?
  5. Educação à distância.
  6. A formação do professor.

    No seminário sobre Impressos e Educação, continuamos a discussão e percebemos algumas formas de utilizar, aproximar e incetivar os alunos a desfrutarem dos impressos ( livros, revistas, jornais, ...). Os impressos são tecnologia antigas; contudo, não devem ser substituídos, supervalorizados ou desprezados em relação as tecnologias  mais novas ( exemplo: computador), pois  ambas podem fazer parte do processo educativo e construção do conhecimento.



Escrito por BRÍCIA às 01h39
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